Comentário sobre o Amigo Macha

 Por Renato José 

Porque o sentimento é algo que se pode administrar, no entanto, a razão não. Outrossim, demasiadamente, em contraste com a sensatez, vê-se o labor da intrepidez, no bojo de sua necessidade implícita, à qual é murmurante pela fugaz energia, a mesma emulada e personificada em cada indivíduo capaz de perceber as facetas do certo e errado.


Como outrora, os escritores como Machado de Assis e José de Alencar, ambos versavam palavras em frases para atingir a percepção, o sentimento e a razão de viver a cada dia em busca de algo proveitoso e necessário.
Machado era versátil, José era mais objetivo. Quero me atentar ao meu escritor predileto, o qual consegue adentrar nas profundezas da gentileza, munido de emoção e razão ao mesmo tempo, o amigo Machado.

Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 – Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um escritor brasileiro, amplamente reconhecido por críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior expoente da literatura brasileira.


De modo cabal, o amigo Machado (bom chamá-lo assim), é a vertente da escrita praticamente perfeita, nunca vi nada parecido. Sua ternura, seu fulgor, tudo na direção da Literatura Brasileira, a descrever o Brasil da época, os comportamentos, os personagens muitíssimos bem elaborados.


Ora, o amigo Machado era sem igual, ler suas obras literárias aguça a imaginação, fortalece a escrita, culmina no enriquecimento imprescindível do modo de interpretar os contextos, pois nele e para ele a Literatura Brasileira se volta magistralmente (link para ler as obras literárias do amigo Machado:  https://machado.mec.gov.br/). 


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